1988 foi o ano em que nasci na antiga maternidade da Vila de Oeiras. Foi lá que vim ao mundo, naquele concelho que é atualmente um dos melhores do País para se viver, estudar, trabalhar, passear e muito mais.
Isso é algo que me dizem hoje em dia, mas para mim sempre o foi. Desde o clima à energia que se sente na minha terra, tudo é mágico. E por mais que viaje pelo mundo, o regresso é a chamada ‘chegada ao paraíso’.
Lembro-me que, ainda em criança, andava com os meus amigos a passear livremente sem problemas ou complicações, pois aqui tudo era tranquilo, no local onde estávamos a dois passos das praias, jardins, e não só.
Ainda me lembro de um monte, a escassos metros de minha casa, onde se conseguia uma vista esplêndida sobre o mar. Chamávamos-lhe ‘miradouro’. Atualmente, é o museu da poesia e o grande parque dos poetas.
Sou suspeito de falar da minha terra, mas acredito sem dúvida que ela é mágica, maravilhosa e dá tanto às pessoas novas que aqui vêm. Porque, sem dúvida, não há nada melhor do que ter tudo perto de nós.









