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Os leitores da NiO decidiram: este é o melhor bairro do concelho para viver

17 zonas de Oeiras foram a votação para sabermos onde os leitores gostam (ou gostavam) de viver. O resultado foi renhido.
Consegue adivinhar quem ganhou?

Não há dúvidas de que Oeiras é um dos concelhos mais dinâmicos, cool e divertidos do País. Além disso, por aqui, não faltam sítios ótimos para crescer ou viver em família. Pode ser mais ou menos longe da praia, com ou sem jardins, tanto faz. Há muito por onde escolher.

É precisamente por estes e outros motivos que a New in Oeiras quis saber a opinião dos seus leitores sobre qual é o melhor bairro do concelho para se viver. Levámos 17 lugares a votos e os dois primeiros lugares foram renhidos.

Após uma votação intensa, os leitores da NiO elegeram São Julião da Barra como o melhor bairro do concelho para viver. O vencedor arrecadou 20,9 por cento dos votos. A completar o pódio ficou Paço de Arcos, com 18,5 por cento, e a Vila de Oeiras, com 11,1 por cento dos votos.

A história de São Julião da Barra remonta a 1835, quando foram criadas as bases do novo sistema administrativo do concelho. Esta freguesia resumia-se à antiga fortificação sendo, por isso, estritamente militar. Só no final do século XIX, com a construção da linha ferroviária de Cascais, é que a vila e toda esta zona ganharia uma nova vida. Atualmente, a freguesia encontra-se unida com a de Oeiras.

Oeiras e São Julião da Barra têm alguns dos pontos mais característicos do concelho, como é o caso dos Jardins do Palácio do Marquês de Pombal, do Jardim Municipal de Oeiras, ou o Parque dos Poetas. A New in Oeiras falou com uma antiga moradora de São Julião da Barra sobre como foi viver no bairro vencedor desta votação da NiO.

Madalena Sintra Duarte viveu durante 30 anos no Bairro da Medrosa, em São Julião da Barra. Apaixonada pelo local onde diz que foi muito feliz, criou um grupo no Facebook em 2010 para moradores e ex-moradores. Chama-se “Bairro da Medrosa” e conta com mais de 1400 membros.

“Foi criado com o intuito de reunir todas as pessoas que lá viveram, ou ainda vivem, e todas as que se relacionam com moradores. Apenas são permitidas publicações alusivas à vivência naquele espaço”, conta-nos.

O bairro nasceu em 1971, tinha Madalena três anos. Morou lá nos 30 seguintes e garante que não há vizinho que não tenham sido felizes. “Éramos muitos, e todos brincávamos na rua. Éramos uma família enorme, organizávamos festas de santos populares, corridas de atletismo, jogos de futebol…”

A comissão de moradores foi criada em 1974 e, se não fosse a pandemia, este ano estaria a ser organizada a festa de celebração dos 50 anos do Bairro da Medrosa. “Amei a minha infância neste local.”

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