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Há uma petição pública que exige a licença de maternidade de um ano paga a 100%

O pedido chega por causa do atual cenário criado pela pandemia de Covid-19.
A petição foi criada em setembro deste ano.

É imperativa e urgente a reavaliação da licença de maternidade, enquadrando essa reavaliação no atual cenário e fundos Covid-19” — é esta a primeira frase de uma petição pública online que está a começar a percorrer a Internet. O objetivo é claro: o alargamento da licença de maternidade para um ano paga a 100 por cento.

O pedido é que esta alteração seja aplicada a todas as mães que tiveram um bebé em 2020 até tempo indeterminado. Até à data de publicação deste artigo, a petição foi assinada por 686 pessoas — número que está a subir a alta velocidade.

“Já discutido em 2019, grande número de pessoas defendeu que a licença de Maternidade fosse usufruída até doze meses e paga a 100%.  Segundo fontes de notícias, este tema chegou a ser discutido na Assembleia da República mas chegámos ao dia de hoje de tal não acontece (setembro 2020)”, pode ler-se.

O texto da petição alerta, também, que deixar um bebé de quatro, cinco ou oito meses numa creche/berçário “é prejudicial em todos os vectores associados à maternidade” mas, acima de tudo, “é contraproducente num cenário de pandemia, de tamanha instabilidade e tão poucas certezas” sobre a Covid-19.

Explica ainda que, considerando a necessidade do isolamento/distância social, e tendo em conta a vulnerabilidade dos bebés e mães/pais neste contexto, “é preciso garantir condições para que as mães permaneçam em licença-maternidade até 12 meses do bebé sem penalizações no valor da sua licença”.

tags: bebés, covid-19, licença de maternidade, mães, pandemia

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