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Assim era a Ribeira da Laje na década de 1950

Conheça a história do curso de água que atravessa três concelhos, ao longo de 16 quilómetros.
Em 1950.

A Ribeira da Laje nasce na zona do Casal de São José e da Urbanização do Pinhal, em Mem Martins (Sintra). Ao longo dos seus quase 16 quilómetros, atravessa três concelhos (Sintra, Cascais e Oeiras) e desagua no Estuário do Tejo, na zona poente da Praia de Santo Amaro de Oeiras. Talvez não saiba, mas o seu nome altera-se os longo da sua corrente.

O troço inicial chama-se ribeira da Laje, até convergir com a ribeira do Marmelo, aí passa a ser conhecida por ribeira da Estribeira. Depois da sua passagem por Talaíde, e por todo o seu troço final, ganha o nome de rio ou ribeira das Parreiras. Os seus principais afluentes são as ribeiras de Talaíde, Leião e Arneiro.

1940.

A qualidade da sua água é classificada como “má” pela Agência Portuguesa do Ambiente, por atravessar vários núcleos urbanos com atividades industriais e comerciais. Se a maré estiver vazia, chega à Praia da Torre.

A New in Oeiras encontrou algumas fotografias desta ribeira no Arquivo da Câmara Municipal de Oeiras. Algumas datam de 1940 e 1950, outras mais recentes, foram captadas em 1986.

1986.

Em termos históricos, a Ribeira da Laje teve uma grande importância. Várias foram as quintas senhoriais em Oeiras, que usufruíam das águas desta ribeira para a exploração agrícola. As principais foram a Quinta do Marquês de Pombal, a Quinta do Egipto, a Quinta da Arriaga e a do Proença.

Marquês de Pombal escolheu a foz da ribeira para construir o palácio. O edifício foi construído no século XVIII pelo arquiteto húngaro Carlos Mardel. Com estilo barroco, foi residência de verão do rei D. José entre 1775 e 1776.

1986.

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