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Pandemia já fechou 300 ginásios e clubes de fitness em Portugal

Sector ainda aguentou embate do primeiro confinamento, mas em 2021 a situação voltou a agravar-se. Cinco mil profissionais da área ficaram sem emprego.
O impacto da pandemia no setor.

Os números para o setor dos ginásios e clubes de fitness em Portugal dão um retrato claro do impacto da pandemia. Cerca de 300 espaços fechados, o que implicou uma perda na faturação na ordem dos 42 por cento e a perda de cerca de 5 mil empregos na área.

Os dados de que o “Dinheiro Vivo” dá conta foram contabilizados pela Portugal Ativo, associação que representa o sector no País. José Carlos Reis, presidente da Associação explicou à mesma publicação como o impacto se foi agravando.

“O impacto foi enorme”, destaca. No primeiro confinamento, que começou ainda em março do ano passado, muitos ginásios e clubes conseguiram compensar o impacto inicial com a aposta nos treinos online. Já o segundo confinamento, iniciado em janeiro deste ano, numa altura em que os números da pandemia bateram recordes diários de casos e óbitos, foi especialmente violento.

“A situação foi mais difícil”, salientou, explicando que neste fase “as pessoas estavam já cansadas do online e houve muitos novos cancelamentos” por parte de clientes.

Para o sector, e numa altura em que com o desconfinamento se deram os primeiros sinais de recuperação, era importante mais apoio. A dedução em sede de IRS de parte das despesas dos inscritos em ginásios, benefícios em IRC para as empresas que pagam mensalidades em ginásios a colaboradores e a redução da taxa do IVA (atualmente nos 23 por cento) são algumas das propostas. 

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