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Sabe qual é o ator mais asneirento de Hollywood? Não é quem está a pensar

A revelação é feita por Nicolas Cage no seu novo documentário na Netflix. E não, não é Samuel L. Jackson.
Vai soltar um palavrão quando souber quem é

Praguejou sem fim à vista num avião cheio de cobras. Fê-lo até cansar o parceiro Bruce Willis em “Die Hard” e repete-o vezes sem conta sob as ordens de Quentin Tarantino. Samuel L. Jackson parece a aposta certa para vencer o título de ator mais asneirento do mundo, certo? Errado.

A resposta é dada por Nicolas Cage, apresentador de “História dos Palavrões”, o documentário que viaja pelo mundo das asneiras, da sua origem, influência histórica e usos modernos. O programa que estreou esta segunda-feira, 5 de janeiro, começa pelo palavrão mais usado em todo o mundo: “fuck” ou “foda-se” em bom português.

Depois de estabelecer a versatilidade da asneira e de provar, com a ajuda de cientistas, que dizer palavrões impulsiona a produção de adrenalina — que nos torna mais fortes e mais tolerantes à dor —, Cage virou-se para o mundo do cinema.

A verdade é que Samuel L. Jackson conquista um lugar no top cinco, mas para surpresa de quase todos, ficou-se a meio da tabela no terceiro posto. No quinto está Al Pacino, seguido da surpresa Adam Sandler. À frente de Jackson só mesmo Leonardo DiCaprio. E, como improvável campeão da asneira, está Jonah Hill.

Apesar de ser maioritariamente uma estrela de comédias, a maioria dos seus filmes estão classificados para maiores de 18 nos Estados Unidos, o que permite um uso mais livre de palavrões. Para a conquista deste primeiro lugar muito contribuiu o papel em “O Lobo de Wall Street” onde, ao lado do co-protagonista DiCaprio, praguejou que se fartou.

O filme de Martin Scorsese bateu inclusivamente o recorde de asneiras numa produção. “Fuck” ou “foda-se” foi usada 506 vezes, numa média de 2,81 vezes por minuto. O anterior recorde pertencia a “Nil By Mouth” (1997), escrito e realizado por Gary Oldman, seguido de “Casino” (1995), igualmente de Scorsese.

“Tantas pessoas a quem agradecer. Ao Martin Scorsese por me levar ao limite e, claro, ao grande Samuel L. Jackson. É uma honra”, partilhou em maio, quando soube do seu salto para o topo desta tabela.

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