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Livraria Verney sugere um western dos anos 50 para celebrar o Dia dos Namorados

A sessão de cinema acontece este sábado, 10 de fevereiro. A entrada é livre.
Joan Crawford e Sterling Hayden.

O Dia dos Namorados está a chegar e, a par com um jantar romântico à luz das velas, nada é mais cliché do que uma ida ao cinema, para completar a noite. A data celebra-se na próxima quarta-feira, 14 de fevereiro, mas como calha a meio da semana, a Livraria-Galeria Municipal Verney antecipa a celebração e terá o seu já habitual “São Valentim na Verney” este sábado, 10 de fevereiro. 

A noite é de cinema, com a exibição do filme “Johnny Guitar“, de 1954, realizado por Nicholas Ray e protagonizado por Joan Crawford e Sterling Hayden. Um western que marcou a década de 50 em Hollywood, muito elogiado pelo argumento, pelos diálogos, pela banda sonora e por, mesmo com baixo orçamento, se ter tornado num dos grandes clássicos do cinema. 

A produção conta a história de Vienna (Joan Crawford), uma mulher de negócios, proprietária de um salão de jogos e de vários terrenos, que a tornam uma das mais poderosas da zona. Por isso mesmo, torna-se alvo de muitos, que a querem expulsar do território, entre os quais Emma (Mercedes McCambridge), influente e ambiciosa, apaixonada pelo assaltante de bancos Dancin’ Kid (Scott Brady), que está envolvido com Vienna. Para se livrar da inimiga, Emma manda destruir o salão e inicia uma verdadeira guerra.

Este será o rastilho do drama, que fará Vienna contratar “Johnny Guitar” (Sterling Hayden), um antigo pistoleiro e amante, que trocou as armas pela guitarra. Esta figura do seu passado chega para mudar tudo, apesar de não conseguir evitar o confronto entre as duas mulheres. Icónico por colocar as mulheres como protagonistas, na época, com frases de efeito memoráveis, o filme destacou-se no seu tempo e ficou para a história.

Nunca é demais rever e, se nunca viu, aqui está uma excelente oportunidade de colmatar a falha. Aceite o convite da Livraria Verney, situada no cento histórico de Oeiras, para assistir à obra com quem mais gosta. A sessão começa pelas 21 horas. A entrada é livre, sujeita à capacidade da sala.

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