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Harry e Meghan estão arrependidos e querem mudar o documentário da Netflix

Deveria estrear em dezembro, mas os duques de Sussex estão a tentar adiar o lançamento — pretendem gravar novas entrevistas.
O casal recebeu mais de 100 milhões euros pela série.

A gigante do streaming está a preparar uma nova produção protagonizada por Meghan Markle e pelo Duque de Sussex, que vai dar a conhecer a vida pessoal (e até aqui privada) do casal. As entrevistas foram feitas, as cenas já estão todas gravadas, mas o casal não está satisfeito com o resultado — e quer fazer alterações.

Apesar de ainda não ter sido anunciada oficialmente, a ideia seria lançar a série documental em dezembro, depois da quinta temporada de “The Crown”, mas parece que a estreia terá de ser adiada. O príncipe Harry e Meghan Markle receberam mais de 100 milhões de euros quando assinaram o contrato, em 2020, mas após a morte da rainha resolveram tentar fazer alterações de última hora. 

De acordo com fontes próximas do casal, os duques de Sussex querem tentar amenizar algumas das palavras que foram ditas ao longo das entrevistas, visto que podem não ser bem vistas junto da opinião pública. Principalmente agora, após a morte da rainha Isabel II.

Assim, o casal pretende regravar algumas das entrevistas e adiar a estreia. “Eles estão a tentar minimizar muito do que disseram sobre o rei Carlos III, a rainha consorte Camilla e o príncipe de Gales”, revelaram as fontes, em declarações ao “Daily Mail”.

Os duques de Sussex querem que a história se foque mais na sua história de amor e não nos conflitos da família real. “Estão a decorrer muitas conversas. Sei que Harry e Meghan querem empatar, e que a série seja emitida apenas no próximo ano”, adianta. Contudo, há um contrato assinado, que custou milhões de euros à Netflix, e, segundo o jornal inglês, já está tudo alinhado para a série ser lançada na plataforma em dezembro.

“Pode haver coisas no livro que podem não parecer muito boas se saírem tão próximo da morte da rainha. Harry quer que alguns capítulos sejam editados e reescritos, mas poderá ser demasiado tarde”, refere a fonte.

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