cultura

Algés recebe uma oficina de criação teatral para quem sonha ser ator

A formação, com o ator Carlos Alves, começa no dia 13 de abril. As inscrições já estão abertas.
Carlos Alves será o formador.

Se sempre desejou ser ator e representar em grandes palcos, mas não tem qualquer experiência na área, chegou a sua oportunidade. A Fábricas de Alternativas, situada em Algés, criou uma oficina que pretende reunir todas a vertentes necessárias para se tornar num artista de teatro.

A formação tem como objetivo “partilhar conhecimento sobre os processos de criação teatral com pessoas que não trabalham na área artística e pretendem adquirir essa experiência”, explica a organização à NiO.

Assim, as disciplinas dividem-se em quatro categorias: práticas de criação cénica, interpretação de texto e personagens, expressão corporal e vocal e, por fim, a apresentação final ao público, num teatro ainda a definir.

“Propõe-se aos participantes um contacto direto com todos os processos que levam à produção cénica”, sublinha o mestre em teatro, Carlos Alves, o formador. Especializou-se em Artes Performativas e do seu percurso como ator, assinalam-se as participações nos espetáculos “El Quijote”, com encenação de Célia Figueira e “A Relíquia”, de Eça de Queirós, adaptação de Filomena Oliveira.

A oficina custa 60€ e terá a duração de três meses, a começar já no dia 13 de abril, sábado. As aulas vão decorrer no espaço da Associação, todos os sábados, com terão a duração de três horas, das 10 até às 13 horas.

Se ficou interessado em participar, pode inscrever-se através do email oficinaimperfeito@nullgmail.com. Para mais informações, contacte o número 214102200 ou consulte o site da organização. A Fábrica Alternativas fica Rua Sofia de Carvalho 1A, em Algés.

A Fábrica de Alternativas é um projeto que nasceu na Assembleia Popular de Algés, no espaço da antiga Escola Sofia de Carvalho. O espaço reúne um leque alargado de atividades, assentes numa vertente cultural, social e formativa, e abertas à comunidade. Pretende que “a prática seja a da partilha, da solidariedade e da sustentabilidade, como contraponto ao individualismo e mercantilismo da atual sociedade”, refere.

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