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Oeiras recebe “Noite Antiquíssima” com a poesia noturna de Álvaro de Campos

O evento, com a voz de André Gago e Nicholas McNair ao piano, é esta terça-feira, 30 de novembro, no Parque dos Poetas.
Noite de música e poesia.

Oeiras recebe esta terça-feira, 30 de novembro, o espetáculo ‘Noite Antiquíssima’, de poesia noturna de Álvaro de Campos, com a participação de André Gago (voz) e Nicholas McNair (piano), no Templo da Poesia, no Parque dos Poetas. Esta sessão será transmitida no Facebook do Oeiras27, página da candidatura de Oeiras a Capital Europeia da Cultura. A entrada é livre, mediante reserva através do templodapoesia@nulloeiras.pt ou pelo telefone 210 977 437.

André Gago é ator, encenador e criador de espetáculos. Conhecido do grande público pela sua participação em produções de televisão (Pós-de-Bem-Querer, Milongo, Capitão Roby, entre muitas outras), desenvolve uma atividade teatral na qual a improvisação e a máscara ocupam um lugar central. Investiga a máscara portuguesa desde 1986, e criou uma pequena exposição itinerante a partir da sua coleção pessoal que se tem apresentado em diversos pontos do país e do estrangeiro.

Nicholas McNair é pianista e professor na Escola Superior de Musica de Lisboa. Reside em Portugal desde 1980 e desenvolveu a sua própria perspectiva sobre a música quando era mais novos através da improvisação. Em Londres escreveu obras a solo, de câmara e corais apoiadas pelo Arts Council of Great Council, patrocinou um concerto com suas obras no Palácio de Queluz, em Maio de 1991, e encomendou uma cantata Magnificat em 1992.

Trabalhou na década de 1990 como editor com Sir John Eliot Gardiner, pesquisando e revisando as óperas de Mozart e Beethoven, gravadas pela DG-Archiv. As suas edições de ópera incluem Antigono de Mazzoni (Lisboa, outubro 1755, estreia mundial CCB 2011), Paride ed Elena de Gluck (Viena, 1770) e o oratório Ester de António Leal Moreira (Lisboa, 1786).

Tem trabalhado regularmente com o Coro e Orquestra Gulbenkian como organista e pianista. Em 2016 criou música para o filme de João Botelho “O Cinema, Manoel de Oliveira, e eu”, tendo anteriormente feito música ao vivo para 150 filmes mudos na Cinemateca de Lisboa, também no Festival de Cannes (1995), e na National Gallery of Art, Washington DC (1997).

Em outubro de 2016 realizou a primeira banda sonora de longa-metragem do filme Mulheres de Beira (Rino, Lupo, 1923), lançado pela Cinemateca Portuguesa em DVD com Os Lobos (Lupo, 1924), para o qual gravou a banda sonora original de Tomás de Lima.

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