Poucas são as regiões portuguesas que valorizam a castanha como Trás-os-Montes. Antigamente, o alimento era até usado como moeda de troca e, consequentemente, sustento para o dia a dia. Tornou-se um símbolo do País e esta sexta-feira, 14 de novembro, foi considerada a melhor do mundo com uma pontuação de 4,3 estrelas em cinco.
A distinção atribuída pelo site TasteAtlas foi, mais especificamente, para a castanha da Terra Fria, cultivada sobretudo nos planaltos transmontanos onde o inverno é rigoroso e o verão é curto. Distingue-se pelo sabor adocicado, pela textura firme e capacidade de conservar qualidade mesmo após longos períodos de armazenamento.
“Apresentam uma cor castanho-avermelhada, com uma faixa longitudinal brilhante no exterior, e o seu sabor é intenso e bastante aromático. As castanhas da Terra Fria podem ser congeladas ou transformadas em compotas, xaropes ou caldas. São um acompanhamento comum de pratos tradicionais, como carnes fritas ou assados de porco, e também são utilizadas na produção de pão, bolos e farinha de castanha”, descreve o TasteAtlas.
Em segundo lugar do ranking ficou a castanha Aydın Kestanesi, da Turquia, com 3,9 estrelas. O top 5 é fechado pela Châtaigne d’Ardèche, de França, Castagna Cuneo e Marrone di Serino, ambas de Itália.
A lista, contudo, vai até ao 21.º lugar e, pelo meio, encontram-se outras propostas portuguesas. A castanha Marvão-Portalegre ficou em décimo lugar, seguindo-se a castanha da Padrela (11.º) e castanha dos Soutos da Lapa (12.º).
As classificações gastronómicas do site baseiam-se nas avaliações do público, com um conjunto de mecanismos que reconhecem utilizadores reais, ingorando avaliações feitas por bots.
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