Do teatro à gastronomia, a parceria de Carla Matadinho e Paulo Sousa Costa é uma aposta de sucesso. Juntos criaram a Yellow Star Company, produtora ligada à área do entretenimento e responsável por várias peças de sucesso como, por exemplo, “Monólogos da Vagina”, “Ruy, a história devida” e os musicais infantis “Madagáscar” e “Garfield”, este último em cena, atualmente. O auditório do Taguspark é o palco que, há vários anos, acolhe as suas produções, e é precisamente neste parque tecnológico que pode encontrar o mais recente projeto do casal.
Falamos do restaurante Panorâmico, localizado no rooftop do Núcleo Central do Taguspark, que oferece uma vista de tirar o fôlego, perfeita para relaxar na hora de almoço. Aberto desde o dia 2 de setembro, está agora em pleno funcionamento e ansioso para receber cada vez mais clientes, especialmente os fãs da cozinha tradicional portuguesa.
O desafio chega depois de o casal ter assumido a gestão do Teatro Caffé, também no Taguspark, que disponibiliza refeições ligeiras, ao longo do dia, num ambiente descontraído, mesmo estando enquadrado num parque empresarial. Tanto o quiosque como o Panorâmico fazem parte da You Can Star (filial da Yellow Star Company), criada em 2019, que engloba diferentes serviços virados para o mercado corporativo, audiovisual e de restauração.
Com esta vertente, os responsáveis garantem conseguir conciliar a organização de eventos ligados à área empresarial, com um serviço próprio de catering, por exemplo. “Ter projetos ligados à gastronomia e à restauração são um sonho antigo. Estive ligado ao The Great American Disaster, em Lisboa, e fiquei sempre com esse bichinho”, conta Paulo Sousa Costa à NiO.
“Já tínhamos uma ligação ao Taguspark através da Yellow Star Company e o ano passado ficámos a gerir o Teatro Caffé, um projeto virado para a comunidade do parque. Alargámos para o catering e fazemos todos os eventos corporate ali. Então, quando apareceu a oportunidade de ficar a gerir o restaurante, decidimos agarrá-la. O professor Eduardo Baptista Correia (CEO do Taguspark) quis fazer algumas alterações ao espaço e fez-nos a proposta”, acrescenta.
Com uma sala e um terraço de grandes dimensões, Paulo Sousa Costa afirma que o restaurante não estava no seu “auge de aproveitamento”. O empresário acredita que, além de ser um espaço útil para quem trabalha diariamente no complexo empresarial, é capaz de atrair clientes de fora, sejam do concelho de Oeiras ou até dos municípios vizinhos… Estamos perto de Lisboa e Cascais, vale a pena o esforço de vir até cá”, refere.

Por enquanto, o Panorâmico está aberto apenas à hora de almoço, de segunda a sexta-feira (sendo também possível reservá-lo para eventos corporativos, festas de aniversário ou jantares especiais, fora deste horário).
O restaurante tem por base um conceito de buffet, que inclui desde entradas a pratos e sobremesas, e ainda uma bebida. A variedade de pratos é grande, com opções para todos os gostos, tendo ainda a particularidade de ser uma alternativa mais rápida para quem tem pouco tempo para almoçar, visto que a comida já está pronta. É só chegar e servir.
Como entrada, certamente vai saltar-lhe à vista a mesa de queijos e enchidos, podendo também petiscar alguns salgadinhos ou optar pela sopa do dia. Os pratos vão variando a cada dia, sempre com sabores tipicamente portugueses, como rojões à minhota, arroz de pato, caldeirada de peixe, bacalhau à Brás, leitão à Bairrada, diferentes peixes grelhados no momento, entre outros. Há também alternativas como massas frias, couscous e saladas para acompanhar.
“Tentamos ter uma grande variedade, mas sobretudo queremos destacar-nos como um buffet com produtos de qualidade”, garante à NiO, Paulo Sousa Costa. Quanto aos preços, neste momento, o buffet custa 18€ por pessoa. “É um preço bastante acessível, pois queremos que as pessoas venham conhecer o espaço e os nossos pratos. No futuro poderemos ajustar os valores, mas por enquanto é este o preço”, sublinha.
Caso queira reservar mesa para um almoço de negócios ou algo mais íntimo, o Panorâmico tem uma sala privada de 12 lugares, estando aberto a reservas para grupos. “Acreditamos que podemos trazer a maturidade que o restaurante precisa. A vista valoriza muito o espaço, as pessoas ficam deslumbradas e nem precisamos fazer muito, porque o facto de as paredes serem todas em vidro deixa entrar muita luz e permite que a vista seja apreciada de qualquer ponto do espaço”, nota Paulo.
Carregue na galeria para ver mais imagens do espaço e de alguns pratos do buffet.

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