Depois de 15 anos a servir grelhados na Avenida de Moçambique, em Oeiras, o casal Rita Nunes e Bruno Almeida decidiu apostar num novo projeto. O objetivo era experimentar algo diferente e o resultado foi um restaurante com vista direta para o relvado do Estádio Mário Wilson. O Manica Stadium abriu em setembro e, além dos pratos de sempre, traz novidades a pensar nos adeptos e nas famílias que passam por ali.
“Depois de alguns anos de Manica percebemos que queríamos um novo desafio, mesmo mantendo o restaurante principal. Fomos a concurso pelo espaço e vencemos, agora o objetivo é ficar aqui até ao fim da concessão que são 10 anos”, conta Rita à NiO.
Ambos com 51 anos, Rita e Bruno são oeirenses e sempre estiveram ligados à restauração. “O negócio corre muito bem por ser virado para o campo de futebol da ADO, quem nos visita pode ver os jogos dos escalões e treinos”, explica.
O Manica Stadium é um restaurante português na alma e na ementa. E a estrela da casa é o carvão. “A maioria dos pratos são grelhados”, garante Rita. Alguns pratos já vinham da carta do Manica original, como os pregos, o marisco e o peixe grelhado, mas há outras novidades.
Entre os peixes, há robalo ou dourada grelhados com legumes (14€), salmão grelhado (14€), peixe-espada com batata e grelos salteados (16€) e os mais pedidos de todos: chocos grelhados, com ou sem tinta, servidos com batata e cebola (16€). “Os chocos são muito procurados pelos nossos clientes e mesmo agora no inverno”, refere.
No que toca a carne, não faltam escolhas: secretos de porco (16€), piano assado (16€), naco da vazia com 500 gramas (25€), picanha com batata frita, arroz e feijão preto (16,50€) ou o prego do lombo no prato (14,50€). Para petiscar, há amêijoas ou conquilhas à bulhão pato (18€) e gambas al ajillo (19,50€).
Ao sábado, o menu ganha outro ritmo com o “cozido ADO” (14,50€). É servido só nesse dia, como homenagem ao clube que joga no relvado mesmo em frente. “É uma loucura. Facilmente chegamos aos 50 pratos servidos num dia e o segredo está na forma de fazer e nos enchidos que escolhemos, são todos de qualidade”, diz Rita.
Com capacidade para 90 pessoas no interior e mais 30 na esplanada, a cozinha não fecha entre turnos, um detalhe importante para quem tem fome fora de horas. “Podem aparecer para comer às 17 horas, por exemplo”, atira.
Além dos almoços e jantares, o espaço está preparado para festas e eventos. Tem mesa de mistura, colunas, sistema de som disponível e duas televisões para quem quiser ver a bola com amigos. “Aceitamos reservas e fazemos menus de grupo para festas”, remata Rita.
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